quarta-feira, 9 de setembro de 2015


Confissões de um homem Pós-moderno

O homem é insaciável, sempre deseja mais. A gratidão tornou-se um sentimento raro. O valor atribuído aos esforços de alguém já não se manifesta com frequência. Consequentemente cresce a insatisfação e egoísmo.

É muito comum ouvir a expressão: "Tem sempre alguém em situação pior que a nossa". Realmente não sei ser grato! Um exemplo atual é a situação dos refugiados do Oriente Médio e África que fogem de seus países em busca de paz e segurança na Europa. Estou no "céu" comparado a eles. Não sou capaz de levantar as mãos aos céus e dar graças às boas condições de vida que possuo. Pelo contrário, ora ou outra estou reclamando por algo supérfluo.

Diante de imensa ingratidão o quê acontece com os generosos que se doam aos outros? Confesso não valoriza-los como merecem. Exemplo de pessoas não valorizadas são os pais. Seres possuidores do mais puro amor humano que abrem mão de suas vidas em prol dos filhos. A retribuição nem sempre é a esperada ou a devida. 

As manchetes anunciam: Crise econômica, novas tecnologias, compre! Me tornei insatisfeito, preocupado e egocêntrico. Busco desenfreadamente "melhorias de vida". Sou materialista. Me preocupo com o futuro de modo deflagrador.

Preciso ser grato por tudo mesmo em dia ruim. Aos generosos que fazem o melhor por mim, devo valoriza-los devidamente. Tenho que desacelerar, deixar o egoísmo de lado e viver o melhor da vida. Afinal, do que adianta ter tudo ou morrer tentando se proveito nenhum terei quando o fim do ciclo chegar? 

Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Marcos 8:36)



terça-feira, 25 de agosto de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Confissões de um Jovem Cristão


 Conforto, uma casa linda, casar, ter um ou dois filhos, estar bem empregado e viajar para diversos lugares. Apresento a vocês os meus desejos. E geralmente são parecidos com os de qualquer pessoa na terra. Esses parecem ser sonhos tão comuns que me deixam triste. Mediocridade e limitação são palavras que me definem perfeitamente. Sou humano.

 Acredito que os sonhos de Deus para mim são tão grandes a ponto de não eu ser capaz o suficiente para compreendê-los. Sei que não se trata apenas do que imagino, vai muito além. Além do material, de riquezas terrenas e superficiais.

 Mas porque não consigo sair desse estado de atrofia? Fiz-me essa pergunta inúmeras vezes e cheguei a uma conclusão recentemente. Por estar acostumado com a pequenez não busco crescimento. Permaneço igualmente a uma árvore plantada longe dos ribeiros e escondida da luz solar.  As minhas prioridades estão erradas e o alvo desfocado. Preciso voltar-me para Deus e colocá-lo na posição que é dEle por direito. O primeiro lugar.

 A partir do momento que eu deixar minha vontade de lado e cumprir os preceitos dEle toda a escuridão irá embora dando lugar a luz libertadora. Mas quem disse que é fácil chegar a esse ponto? Sou muito teimoso. Como um daqueles filhos mimados que fecha a cara e faz bico quando não consegue o que deseja.

 Diante dessas minhas falhas e limitações decorrentes de um mau crescimento preciso primeiramente reconhecer que estou errado. Em seguida reconciliar-me com Deus pedindo cura e libertação. Assim Ele poderá me levar para perto dos ribeiros e do sol. Próximo dEle.

 Indiscutivelmente a vida não é fácil. Todas as ansiedades, indagações e sonhos têm de ser entregues a Deus. Afinal, Ele quer o meu melhor.

 E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.  Romanos 12:2