Conforto, uma casa linda, casar, ter um ou
dois filhos, estar bem empregado e viajar para diversos lugares. Apresento a
vocês os meus desejos. E geralmente são parecidos com os de qualquer pessoa na
terra. Esses parecem ser sonhos tão comuns que me deixam triste. Mediocridade e
limitação são palavras que me definem perfeitamente. Sou humano.
Acredito que os sonhos de Deus para mim são
tão grandes a ponto de não eu ser capaz o suficiente para compreendê-los. Sei
que não se trata apenas do que imagino, vai muito além. Além do material, de
riquezas terrenas e superficiais.
Mas porque não consigo sair desse estado de
atrofia? Fiz-me essa pergunta inúmeras vezes e cheguei a uma conclusão
recentemente. Por estar acostumado com a pequenez não busco crescimento.
Permaneço igualmente a uma árvore plantada longe dos ribeiros e escondida da
luz solar. As minhas prioridades estão
erradas e o alvo desfocado. Preciso voltar-me para Deus e colocá-lo na posição
que é dEle por direito. O primeiro lugar.
A partir do momento que eu deixar minha
vontade de lado e cumprir os preceitos dEle toda a escuridão irá embora dando
lugar a luz libertadora. Mas quem disse que é fácil chegar a esse ponto? Sou
muito teimoso. Como um daqueles filhos mimados que fecha a cara e faz bico
quando não consegue o que deseja.
Diante dessas minhas falhas e limitações
decorrentes de um mau crescimento preciso primeiramente reconhecer que estou
errado. Em seguida reconciliar-me com Deus pedindo cura e libertação. Assim Ele
poderá me levar para perto dos ribeiros e do sol. Próximo dEle.
Indiscutivelmente a vida não é fácil. Todas as
ansiedades, indagações e sonhos têm de ser entregues a Deus. Afinal, Ele quer o
meu melhor.
E não sede conformados com este mundo, mas
sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis
qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
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